Um ano!

O blog fez um ano outro dia, mas esqueci de comemorar!
Estou fazendo esse post só pra anunciar que agora ele está de cara nova!

Vai continuar sendo o mesmo blog chato de sempre, mas pelo menos a cara é nova…

Parabéns!!! – Estou cantando parabéns pro blog na frente do computador!

Adoro prestar homenagem à coisas inanimadas!! #NOT

O caso da pasta misteriosa

Hoje vou fazer um post um pouco diferente: vou contar sobre uma entrevistas de emprego Legen…wait for it…dary!

Gosto de chamar essa experiência mico de “O caso da pasta misteriosa”.

Eu diria que esse é o tipo de coisa que só aconteceria comigo e aconteceu! (e que eu não deveria contar pra ninguém…mas que graça isso teria se eu guardasse só pra mim?)

Contextualizando, eu estava em meu 3o. ano da faculdade, desesperado para achar um estágio e começar a ganhar minha pequena fortuna como estagiário em Design Gráfico (Ok. Piada de mal gosto). Nessa época eu fazia várias entrevistas nos mais diversos estúdios. Cada uma dessas entrevistas me renderam uma história. Mas, indiscutivelmente, essa que vou contar foi a mais bizarra que já aconteceu comigo.

Retomando, fui fazer a entrevista em um estúdio muito bacana na Vila Mariana, na Rua Purpurina (Achei demais esse nome de rua! Na época não sabia que as ruas desse trecho da Vila Mariana tinham nomes divertidos!). Nesse dia, como em todos os outros, fui com uma roupa fuleira para a faculdade e levei outra roupa bonitinha na mochila. Cheguei na biblioteca do Senac (onde eu fiz minha faculdade), peguei minhas goivas (no dia eu tinha aula de xilo) e deixei minha pasta preta A3 no armário, junto com minha mochila. Saí da aula, peguei minha mochila e fui me trocar. Por fim, peguei minha pasta do armário e saí feliz e saltitante para minha entrevista.

Quem conhece a Vila mariana, sabe que lá é o lugar ideal para quem é minimamente desorientado se perder. Pois bem, me perdi horrores, mas achei o local. Até aí tudo bem! Me identifiquei na portaria e fiquei aguardando na recepção do estúdio até que uma moça, que não lembro nem o nome nem a fisionomia, me chamou para conversar.

Peguei minhas coisas e fui.

Depois de alguns minutos de conversa, eu super empolgado, a moça pede para ver meu material.

Algumas semanas antes, eu tinha feito minha própria pasta portfólio super legal, com recortes de jornal. Tinha impresso todo meu material para apresentar algo minimamente com cara de gente.

Então, atendendo ao pedido da moça, peguei minha pasta preta…..

Aí que veio a surpresa e o desespero:
Aquela pasta preta não era a minha!

Fiquei paralisado por alguns instantes. Não sabia o que fazer. Não sabia se ria, se chorava. Pensei em estender a mão, agradecer, levantar e sair. Deveria ter começado a dançar e cantar, sei lá! Só sei que dei um sorriso nervoso e falei o mais óbvio: “Essa pasta não é minha”.

Tentei explicar que de alguma forma que, até hoje não sei como, minha pasta havia sido trocada.

O pior é que dentro dessa pasta tinha uns trabalhos MUITO mal feitos. Pareciam trabalhos de 8a. Série. (MEDO!)

Daí vem a dúvida: Depois disso, o que se faz?

Uma situação dessas equivale ao Windows travar no dia em que é apresentado para o públic; ao iPhone apresentar problemas na mão do Steve Jobs durante sua apresentação; à uma modelo cair na passarela; às Misses USA sempre caírem durante os concursos de Miss Universo.

Resolvi fazer o que se espera que as pessoas façam em situações assim:  respirei, não deixei que o pânico me dominasse e tentei mostrar-me forte perante esse (terrível) fato e aceita que aquilo havia ocorrido e que poderia acontecer com qualquer um (NÃO, já falei, essas coisas só acontecem comigo!)

Continuei minha entrevista, mostrei alguns outros trabalhos que levava em minha mochila e tentei ser o mais simpático possível.

A moça ficou com uma cara de quem não estava acreditando (coitada).

Terminamos a conversa, saí do estúdio e fui para o ponto de ônibus. Nisso, já estava rindo horrores de mim (eu nunca iria chorar por algo assim..ahsuahsua). Daí que vem a parte mais triste da história, quando eu percebi que realmente não tinha pego o emprego (sim, eu ainda tinha dúvidas).

De repente o telefone toca no ponto de ônibus. O mesmo estúdio de onde eu tinha acabado de sair estava me ligando novamente. Atendi. Era uma outra moça simpática e ela queria marcar uma entrevista comigo. (Notem que eu tinha acabado de sair da entrevista, havia 20 minutos).  Educadamente informei de que havia acabado de sair da entrevista. Ela ficou constrangia, pois percebeu que havia cometido um um erro, então pediu desculpas e desligou o telefone.

SIM, eles já estava chamando outro para entrevista, após ver que um louco (EU) não tinha condições. (sic)

Claro que fiquei triste com essa história, mas acho ela infinitamente mais engraçada do que triste, então sempre dei muita risada com ela!

Aprendi com isso duas coisas: (1) SEMPRE VEJA SE A PASTA É SUA; (2) SEMPRE VEJA SE A PASTA NÃO É DE OUTRO.

Até hoje eu me pergunto se eles ficaram rindo dessa história. Gosto de pensar que tem uma foto minha em algum canto daquele estúdio para que eles nunca se esqueçam do cara que foi com a pasta de outro para uma entrevista. (Algum dia eu crio coragem e ligo lá para ver se alguém sabe dessa história, ou se passou despercebida para eles).

Como já disse antes, essa não é a única história sobre entrevistas que eu tenho. Além de entrevistas de emprego, tenho minha entrevista para entrar no mestrado que foi ÓTIMA, mas ao contrário (kkkk). Mas isso é para outro dia!

(espero que pelo menos uma pessoa, das 3 que costumam entrar no meu blog, goste do post)

Anotações sobre e-books e e-readers: Os novos velhos paradigmas

Este artigo foi apresentado no 7o. Interprogramas de Mestrado da Faculdade Cásper Líbero.

Nele trato sobre a configuração dos e-readers e dos e-books. Sobre o desenvolvimento dessa nova mídia.

Muito fala-se sobre o desenvolvimento do livro digital, mas poucos discutem seu formato. Esse artigo é uma tentativa de iniciar essa discussão, buscando ressaltar que a importância de se rever a linguagem do livro digital.

Apresenta-se também os e-readers e sua tecnologia, apresentando-os como dispositivos nati-mortos, que já nasceram defasados com relação aos outros dispositivos, como as tablets.

Mais do que trazer respostas, no artigo apresento perguntas que deverão ser respondidas no futuro, como: “O que é um livro?” e

“As categorias e definições do conteúdo impresso se adequam ao conteúdo digital?”.

Baixem o artigo e confiram!
Segue mais detalhes:

Resumo:

O artigo apresenta e conceitua os e-readers e e-books, explicando como surgiram e, de forma breve,  como se caracterizam tecnologicamente e culturalmente,  no que concerne à indústria editorial. Com caráter exploratório e sob perspectiva teórica, discute-se, no texto, como a digitalização dos livros pode influenciar em alguns aspectos da sociedade, como, por exemplo, na questão da desmaterialização das bibliotecas. E, por fim, estuda-se as características destas tecnologias, apontando o porquê acredita-se que seu atual formato não está adequado à demanda dos usuários, uma vez que suas possibilidades tecnológicas e conceituais estão restritas aos paradigmas do livro físico.

Palavras-chave: E-reader. E-book. Tecnologia móvel. Livro. Bibliotecas.

ANOTAÇÕES SOBRE E-BOOKS E E-READERS: Os novos velhos paradigmas

Baixe ou leia o artigo visualizando o post completo!

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Instruções em dispositivos móveis

Eu e minha orientadora do mestrado (Carla G. Spinillo) publicamos um artigo sobre a visualização de instruções animadas em dispositivos móveis (smartphones).

Pra quem se interessa por tecnologia móvel, nesse artigo discutimos um pouco sobre como se caracteriza um Dispositivo de Interação Móvel (DIM), além de algumas regras para a criação de interfaces/sistemas móveis.

No artigo, também proponho uma nova denominação para os dispositivos como os iPad e os e-readers, classificando-os como Dispositivos de Interação Híbrida (DIH), já que, apesar de estarem adequados à mobilidade, possuem funções que, ao para serem executadas, impedem a mobilidade do usuário.

Esse artigo é uma pequena prévia de minha dissertação de mestrado (que pretendo defender no início do próximo ano).

Considerações sobre a visualização de sequências pictóricas de procedimentos animadas em dispositivos de interação móvel


Abaixo segue o resumo do artigo e suas palavras chave (vou colocar em inglês também para entrar nos sistemas de busca):

Dispositivo de interação móvel (DIM), Instruções visuais animadas, Sequência pictórica de procedimento animada (SPPA)

Este artigo discute aspectos da visualização de sequências pictóricas de procedimentos animadas (SPPAs) em dispositivos de interação móvel (DIMs), considerando o equipamento e sua interface gráfica na apresentação de conteúdos, e o perfil dos usuários/aprendizes. Algumas diretrizes e recomendações para o design de animação instrucional e DIMs são apresentadas, assim como também são levantadas questões para futuras investigações.

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Mobile interactive devices (MIDs), Animated visual instructions, Animated procedural pictorial sequences (APPSs)

This paper discusses the visualization of animated procedural pictorial sequences (APPSs) in mobile interactive devices (MIDs). It considers the device’s characteristics and graphic interface in the presentation of content; and users/learners profile. Some guidelines and recommendations to the design of PPSs are presented, as well as issues for future investigations.


Mesoderme

O Mesoderme é um blog que foi criado pelos meus amigos da faculdade. Sempre rola um tema e todos da patota vão postando.

Tem umas ilustrações muito bacanas. O PESSOAL É FERA DEMAIS!!!

Esse foi o último desenho postado, feito coletivamente. Cada um acrescentava algo e passava para o próximo da lista.

No final, o primeiro que havia desenhado não fazia idéia de como estava a ilustra.

Prêmio Lanterna de Ouro

O mais novo prêmio do cinema mundial - Prêmio Lanterna de Ouro

Depois de ver um monte de gente revoltada pelo “Discurso do rei” ganhar  o Oscar, eu estou propondo a criação de um novo prêmio.

Um prêmio que tenha um valor sentimal, para premiar quem a gente quiser!! Sem Lobby..sem politicagem do OSCAR.

Tudo bem se a Natalie Portman ou o David Fincher nunca souberem que ganharam!! O que importa é premiar quem merece!! (mesmo que secretamente)

Não é nada original esse prêmio, mas, mesmo assim, acho divertido.

Pensei no seguinte: Pegar todos os indicados ao Oscar e abrir votação pra geral!! (Melhor dizer: para as 3 pessoas que entram no meu blog: EU, minha mãe…e o carinha que clicou por engano no Link do Google)

Então, diz aí, meus três leitores, o que vocês acham disso? Alguma sugestão? Posso abrir a votação?

Explicando o nome LANTERNA DE OURO: Escolhi esse nome, por pensar nas Lanternas Mágicas,  tecnologia precursora do cinema.

 

(agradecimentos a Raquel (Linda) pela revisão ortográfica e gramatical!!)

São Paulo centrado ao usuário

Estava vasculhando minhas antigas coisas da faculdade e encontrei essa galeria de fotos tirada em 17/02/2006 (dia do meu aniversário).

As fotos são resultados da visita ao centro de São Paulo que fiz junto com minha classe da faculdade. Estávamos na segunda semana do primeiro ano de curso, a gente ainda tinha a cabeça livre das paranóias e conceitos de Design. Então, nessa fase, tudo o que produzíamos era por pura intuição.

Nessa época eu ainda nem tinha uma câmera boa. Tirei essas fotos com uma Olimpus (super antiga) de uso doméstico.

Confira o restante das fotos>>

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